quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sinto a presença da ausência do meu lado
Sinto a falta da casa cheia, dos risos coletivos
Das noites frias, porém aquecidas de amor
Meu coração se fecha,
na esperança de segurar o esquecimento do lado de fora
e perpetuar dentro de mim esses momentos bons
Não sou ninguém agora
Sou apenas algo que envelhece a cada dia que passa
Sou o resto de um sorriso deixado de lembrança dos tempos passados
Sou a melancolia que range as portas da vida
Sou a onisciência de uma vida burra e tola
Sou uma pessoa infeliz
Que já foi feliz, porém agora infeliz
Um grito de melancolia é ecoado pela colina
Esse grito me é familiar
é o meu grito de dor para o que vejo nesse mundo...
Cercada de ouro e rubis
Cercada de felicidade instantânea poré longe de ser verdadeira
Com saudades do tempo de ternura e amor
uma nostalgia de ausência de calor
Me sinto num ninho vazio...
Vazio...

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