Durante a madruga, enquanto o cordeirinho sonhava com um final feliz com o leão...
O leão com seu instinto agressivo, não se conteve e matou o pobre cordeiro...
Sem aplicar tanta força, pois não era necessário, quebrou seu pescoço e se deliciou com o sangue q jorrava do pobre animal...
Era um momento de triunfo pro leão
Que se deleitava do sangue alheio...
E alimentava pelo menos temporariamente sua fome...
Sua sede de sangue...
Ele adorava contemplar o sofrimento das pessoas...
E ele era ótimo...
Quando via o cordeiro assutado, amendontrado
Se segurava pra não rir...
Era bom...
Era isso que trazia prazer a ele...
A verdadeira face escuro e entorpecida de raiva e rancor...
O leão não sabia ser feliz...
E nem precisava ele era o dono da selva
Dono de si mesmo
Dono de todos ao seu redor...
O que ele não conseguia mover, ele matava ou destruia...
O Leão riu
Onde já se viu um leão se apaixonar por um cordeiro?
Inocência, típico de um tolo e fraco cordeiro...
Devaniando pelos seus pensamentos...
Viu q sua caça acabara...
Só sobrara as patas sujas de sangue...
De sangue inocente
Que no ultimo momemnto de sua vida
So sonhava com um final feliz...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A vida que os apresentou
A curiosidade, a monotonia
Os principais fatores, da descoberta deles dois para si mesmo
Ele esnobe, altamente critico, voraz em seus pensamentos, e com uma língua tão mortal como mordida de uma cobra
Ela medrosa, aprisionada em contexto que não era o dela, idealista, cabeça dura, sentimentalista, com a monotonia sendo seu parceiro de vida...
Foi esse quadro caricato , que eles se conheceram
Foi com a brandura de um cordeiro
Com bravura de um leão
Que os dois se entreolharam
E viram algo a mais...
Era inexistente, irrIsório, porém forte o amor dos dois
Pelo menos pra uma das partes
Pra menor parte
Pra parte mais assustada
Pra parte que escrevia poesia
Que alinhavava emoções
Que conseguia mesmo sem querer transformações
E era nisso que ela se firmava
Enquanto ele , com a razão associado estava
Calculista, frio, inmensuravelmente inteligente
Ela deslumbrava isso tudo
Sem se importar com o nada mais...
Inquientante, louco, confuso, passível de erros esse amor...
Mais isso a fazia escrever mais...
A inspirava em um ponto, que seus textos ficaram maravilhosos...
Seu muso inspirador
Sua parte do mal
E as vezes do bem...
Era isso q ela sentia
Tão longe,com suas emoções tão perto
Comprovando que estava aprendendo a ser tolerante paciente...
Quando ele se negava a entrar na sua vida pelo menos algumas horas a tarde
Ela escrevia
Culposamente trasmitia tudo ao papel
Fazendo que suas emoções ganhasse pelo menos algum sentido
Transferindo esse amor , para o amor de dois amantes...
Ela podia amar pelos dois
Ela podia sofrer pelos dois
E aturdida , só sabia escrever o que ela pensava da vida, de seu amor, de suas devagações
e de dois amantes que sairam pra jantar
E de dois amantes que não conseguiam parar de se amar
Que a tristeza era o pano de fundo desse relacionamento
Apesar dela ser o caricato do feliz
E ele do triste
Apesar dela ser uma criatura feliz, se sentia sozinha
Quando o leão faltava
Loucura, gemido, dor, pranto,sentimentos corriqueiros depois de conhece-lo
Voz rouca, ressequida, entorpecida...
escutando canções que levavam a crer que podiam chegar há algum lugar..
Viagens alucianentes a terra do nada...
Olhares viciantes
Olhares de amantes
E foi assim...
Sentada em frente a escrivaninha, esperando escrever o que sentia pelo seu amor...
A escritora inventou
A série de amantes, cordeiros e leões....
...............................A AUTORA.............................
A curiosidade, a monotonia
Os principais fatores, da descoberta deles dois para si mesmo
Ele esnobe, altamente critico, voraz em seus pensamentos, e com uma língua tão mortal como mordida de uma cobra
Ela medrosa, aprisionada em contexto que não era o dela, idealista, cabeça dura, sentimentalista, com a monotonia sendo seu parceiro de vida...
Foi esse quadro caricato , que eles se conheceram
Foi com a brandura de um cordeiro
Com bravura de um leão
Que os dois se entreolharam
E viram algo a mais...
Era inexistente, irrIsório, porém forte o amor dos dois
Pelo menos pra uma das partes
Pra menor parte
Pra parte mais assustada
Pra parte que escrevia poesia
Que alinhavava emoções
Que conseguia mesmo sem querer transformações
E era nisso que ela se firmava
Enquanto ele , com a razão associado estava
Calculista, frio, inmensuravelmente inteligente
Ela deslumbrava isso tudo
Sem se importar com o nada mais...
Inquientante, louco, confuso, passível de erros esse amor...
Mais isso a fazia escrever mais...
A inspirava em um ponto, que seus textos ficaram maravilhosos...
Seu muso inspirador
Sua parte do mal
E as vezes do bem...
Era isso q ela sentia
Tão longe,com suas emoções tão perto
Comprovando que estava aprendendo a ser tolerante paciente...
Quando ele se negava a entrar na sua vida pelo menos algumas horas a tarde
Ela escrevia
Culposamente trasmitia tudo ao papel
Fazendo que suas emoções ganhasse pelo menos algum sentido
Transferindo esse amor , para o amor de dois amantes...
Ela podia amar pelos dois
Ela podia sofrer pelos dois
E aturdida , só sabia escrever o que ela pensava da vida, de seu amor, de suas devagações
e de dois amantes que sairam pra jantar
E de dois amantes que não conseguiam parar de se amar
Que a tristeza era o pano de fundo desse relacionamento
Apesar dela ser o caricato do feliz
E ele do triste
Apesar dela ser uma criatura feliz, se sentia sozinha
Quando o leão faltava
Loucura, gemido, dor, pranto,sentimentos corriqueiros depois de conhece-lo
Voz rouca, ressequida, entorpecida...
escutando canções que levavam a crer que podiam chegar há algum lugar..
Viagens alucianentes a terra do nada...
Olhares viciantes
Olhares de amantes
E foi assim...
Sentada em frente a escrivaninha, esperando escrever o que sentia pelo seu amor...
A escritora inventou
A série de amantes, cordeiros e leões....
...............................A AUTORA.............................
Amantes
Um copo vazio sobre a mesa
Dois corpos, um em cada extremidade
Duas almas que se encaram em silêncio
Contemplam o lamento da vida em seus olhos
E o copo no centro continua vazio
As almas de ambos continuam vazias
Sobre a mesa o copo vazio
Sobre a mesa, duas almas de dois amantes
Amargurados
Recisivos
Inaptos para saber o que é realmente amar
PAIXÃO
Isso é o que eles ja sentiam
Amor naum
A tal ponto estava essa dor, pelo modo em que olhavam um para o outro
As pessoas ao redor se sentiram ameaçadas
E uma a uma foram se retirando
O garçom chega ao local e perguntam o que querem
O homem olha furtivamente ao garçom e pede apenas outro copo vazio
O transe poético e flamejante entre os dois
Era tão intenso e tão profundo que o garçom se retirou sem nada contenstar e pouco tempo depois deixou o copo e saiu de vez
Poemas, versos e canções, pra que tudo aquilo se nada podia ser dito naquela mesa e agora com dois copos vazios q sarcasticamente representava eles dois
Como eles foram parar ali?
Só sabiam que suas almas estavam vazias
Que os copos estavam vazios e que a paixao dos dois amantes naum conseguia se contrapor ao sofrimento de ambos
O que fazer agora?
Ela foi a primeira
E com um choro compulgido de dor chorou
Mais só algumas poucas lágrimas ousaram realmente a descer
Ele ríspido com suas mão vazias queria enxugar aquelas lagrimas q caiam em sua pele macia mais sua frieza naum permitiu mover nenhum músculo
Ela chorou
Pediu clemencia
Se retirou...
Deixou algumas notas sobre a mesa e partiu
Ele fez o mesmo
A noite lá fora estava linda e estrelada
Eram os dois
Sozinhos ali naquele jardim de um restaurante que naum eram deles
Contemplando flores que naum eram deles
E se viam contemplando enfim uma vida e um coração que tambêm naum perteciam a eles
Tocou em seu ombro suavemente
Ela fechou os olhos e sentiu a alma dela responder
já naum estava mais vazia
Ele respirou em sua nuca
E induziu com os seus gestos que queria algo a mais...
Ela retraiu
Perguntou subitamente porém com voz ociosa
Séra que mudamos?
Ele rebateu:
Ou será que sofremos por não querermos ser mudados?
A sorte estava lançada, ela começou a perguntar aquilo que sentia em seu coração...
Te constranjo?
Claro que não...
Te atrapalho?
Ás vezes...
Me amas?
Não...
É da boca pra fora?
Talvez...
Sente algo por mim?
Não sei... Pq me interrogas?
Sem mais perguntas...
Pq me interrogas?
Sem mais perguntas...
Ela olhou as estrelas mais uma vez, ajeitou seus cabelos pois a leve brisa o bagunçara...
Subiu para o seu quarto
Ele a seguiu
Sem contestar ela foi em silêncio e sem tocar na alma que estava a sua frente...
Com o ar triste e cansado, ela foi para a sacada admnirar as estrelas
Estava com sua roupa predileta
Um vestido preto, sem grandes prentesões ou decotes...
Ficou olhando as estrelas, curtindo a brisa que a acariciava
Quando ele novamente a tocou
Ela baixou a cabeça e simplesmente deixou acontecer
Ele caminhava com suas mãos escorregadias pelo seu corpo, a aquecia internamente e externamente...
Nada dizia, só supirava em seus ouvidos e nuca, e de uma maneira impressionante a possuia
Começou a desabo toar, um a um os botões de seu vestido
Ela não conseguia contestar
O céu estava lindo demais...
Olhava para o céu, sentia seu corpo suplicar por mais daquelas sensações que só ele dava
Só ele dava...
Era a passividade da loucura aquilo que estavam fazendo
Mas era bom...
E tudo que ocorrera no salão do restaurante...
E as repsostas que haviam entristecido em parte seu coração?
Não dava mais pra pensar...
Quase não conseguia ver mais as estrelas, pois precisava fechar os olhos, para sentir toda a ômega de prazer que ali se apresentava...
Era toques tranquilos
friamente calculados
Mas precismaente vorazes...
E somente a lua e as estrelas do céu como testemunha
O copo, a alma e os amantes...
Se encheram...
Dois corpos, um em cada extremidade
Duas almas que se encaram em silêncio
Contemplam o lamento da vida em seus olhos
E o copo no centro continua vazio
As almas de ambos continuam vazias
Sobre a mesa o copo vazio
Sobre a mesa, duas almas de dois amantes
Amargurados
Recisivos
Inaptos para saber o que é realmente amar
PAIXÃO
Isso é o que eles ja sentiam
Amor naum
A tal ponto estava essa dor, pelo modo em que olhavam um para o outro
As pessoas ao redor se sentiram ameaçadas
E uma a uma foram se retirando
O garçom chega ao local e perguntam o que querem
O homem olha furtivamente ao garçom e pede apenas outro copo vazio
O transe poético e flamejante entre os dois
Era tão intenso e tão profundo que o garçom se retirou sem nada contenstar e pouco tempo depois deixou o copo e saiu de vez
Poemas, versos e canções, pra que tudo aquilo se nada podia ser dito naquela mesa e agora com dois copos vazios q sarcasticamente representava eles dois
Como eles foram parar ali?
Só sabiam que suas almas estavam vazias
Que os copos estavam vazios e que a paixao dos dois amantes naum conseguia se contrapor ao sofrimento de ambos
O que fazer agora?
Ela foi a primeira
E com um choro compulgido de dor chorou
Mais só algumas poucas lágrimas ousaram realmente a descer
Ele ríspido com suas mão vazias queria enxugar aquelas lagrimas q caiam em sua pele macia mais sua frieza naum permitiu mover nenhum músculo
Ela chorou
Pediu clemencia
Se retirou...
Deixou algumas notas sobre a mesa e partiu
Ele fez o mesmo
A noite lá fora estava linda e estrelada
Eram os dois
Sozinhos ali naquele jardim de um restaurante que naum eram deles
Contemplando flores que naum eram deles
E se viam contemplando enfim uma vida e um coração que tambêm naum perteciam a eles
Tocou em seu ombro suavemente
Ela fechou os olhos e sentiu a alma dela responder
já naum estava mais vazia
Ele respirou em sua nuca
E induziu com os seus gestos que queria algo a mais...
Ela retraiu
Perguntou subitamente porém com voz ociosa
Séra que mudamos?
Ele rebateu:
Ou será que sofremos por não querermos ser mudados?
A sorte estava lançada, ela começou a perguntar aquilo que sentia em seu coração...
Te constranjo?
Claro que não...
Te atrapalho?
Ás vezes...
Me amas?
Não...
É da boca pra fora?
Talvez...
Sente algo por mim?
Não sei... Pq me interrogas?
Sem mais perguntas...
Pq me interrogas?
Sem mais perguntas...
Ela olhou as estrelas mais uma vez, ajeitou seus cabelos pois a leve brisa o bagunçara...
Subiu para o seu quarto
Ele a seguiu
Sem contestar ela foi em silêncio e sem tocar na alma que estava a sua frente...
Com o ar triste e cansado, ela foi para a sacada admnirar as estrelas
Estava com sua roupa predileta
Um vestido preto, sem grandes prentesões ou decotes...
Ficou olhando as estrelas, curtindo a brisa que a acariciava
Quando ele novamente a tocou
Ela baixou a cabeça e simplesmente deixou acontecer
Ele caminhava com suas mãos escorregadias pelo seu corpo, a aquecia internamente e externamente...
Nada dizia, só supirava em seus ouvidos e nuca, e de uma maneira impressionante a possuia
Começou a desabo toar, um a um os botões de seu vestido
Ela não conseguia contestar
O céu estava lindo demais...
Olhava para o céu, sentia seu corpo suplicar por mais daquelas sensações que só ele dava
Só ele dava...
Era a passividade da loucura aquilo que estavam fazendo
Mas era bom...
E tudo que ocorrera no salão do restaurante...
E as repsostas que haviam entristecido em parte seu coração?
Não dava mais pra pensar...
Quase não conseguia ver mais as estrelas, pois precisava fechar os olhos, para sentir toda a ômega de prazer que ali se apresentava...
Era toques tranquilos
friamente calculados
Mas precismaente vorazes...
E somente a lua e as estrelas do céu como testemunha
O copo, a alma e os amantes...
Se encheram...
sexta-feira, 26 de junho de 2009
E o cordeiro se apaixona pelo leão (história completa)
O cordeirinho ama o leão
Sua coragem o fascinou
O não ter medo de escuro
De se sentir seguro
Em saber que ele é o rei das selvas
Em não temer e nem ter medo
É, pois é, o cordeirinho se apaixonou
Ele sabe que é pra ficar longe
Pois quem vai sofrer é ele
Pois pro leão ele é só uma caça
Um sangue quente, que irá descer pela garganta faminta.
Mas o cordeirinho apaixonado ignora os fatos
E se aproxima do leão
O coração bate apertado
A respiração sobe
Sente emoção
O cordeirinho está prestes a morrer
Mas ele não ta nem aí
Ele saiu de trás das folhagens que o escondem
E se mostra para o leão
Mas o instinto do leão é cruel
É de sua natureza
Sua tamanha grosseria
E o cordeiro sem nada entender
Só sabia ser doce, nada mais
E mesmo com raiva todos olhavam pro cordeirinho e diziam: o que fofinho
E aquele cordeirinho indefeso
Não se sabia portar em frente ao leão
Mas apesar de tudo
Do medo que assolava seus pensamentos
Petrificava suas patinhas no chão
Ele sente amor pelo lindo leão
E o leão se achega
E fere o pobre carneirinho
E o carneirinho continua lá
Mesmo doendo ele continua lá
A sua lã, já não é mais alva
Foi ferido no rosto
Nem ao menos tentou se defender
E aquilo doía
Mas ele não tava nem aí
Ele continuou ali
Pois o leão era a sua paixão
Ele sussurra um berrinho
Abafado, falando, confusamente o que sente
E o leão tenta tocá-lo
Mas o fere novamente
O carneirinho cai
Essa não deu pra ele sentir de pé
Mas ele não ta nem aí
Mesmo caído ele continua lá
Pois o leão é a sua paixão
Agora com o seu corpinho ensangüentado
E suas feridas doendo mais que antes
O carneirinho levanta a cabeça e olha pro gigante leão
O carneirinho já não consegue fala, mas nada, só olha
E nesse olhar, mostra pro leão sua tamanha admiração
E nesse mesmo olhar do carneirinho, ele diz que és tão fraco e tão sozinho
Que ele não era valente, nem ao menos muito inteligente, a única coisa que ele sabia fazer era aquecer as pessoas, e estava inconformado, que ele podia aquecer a todos menos a ele, sua paixão, seu nobre leão.
O carneirinho desmaiou
Porque alem de seu corpinho estar ferido
O coração do carneirinho sangrava muito mais
Porque a única coisa que o cordeirinho queria era aquecer o coração do lindo e majestoso leão.
Sua coragem o fascinou
O não ter medo de escuro
De se sentir seguro
Em saber que ele é o rei das selvas
Em não temer e nem ter medo
É, pois é, o cordeirinho se apaixonou
Ele sabe que é pra ficar longe
Pois quem vai sofrer é ele
Pois pro leão ele é só uma caça
Um sangue quente, que irá descer pela garganta faminta.
Mas o cordeirinho apaixonado ignora os fatos
E se aproxima do leão
O coração bate apertado
A respiração sobe
Sente emoção
O cordeirinho está prestes a morrer
Mas ele não ta nem aí
Ele saiu de trás das folhagens que o escondem
E se mostra para o leão
Mas o instinto do leão é cruel
É de sua natureza
Sua tamanha grosseria
E o cordeiro sem nada entender
Só sabia ser doce, nada mais
E mesmo com raiva todos olhavam pro cordeirinho e diziam: o que fofinho
E aquele cordeirinho indefeso
Não se sabia portar em frente ao leão
Mas apesar de tudo
Do medo que assolava seus pensamentos
Petrificava suas patinhas no chão
Ele sente amor pelo lindo leão
E o leão se achega
E fere o pobre carneirinho
E o carneirinho continua lá
Mesmo doendo ele continua lá
A sua lã, já não é mais alva
Foi ferido no rosto
Nem ao menos tentou se defender
E aquilo doía
Mas ele não tava nem aí
Ele continuou ali
Pois o leão era a sua paixão
Ele sussurra um berrinho
Abafado, falando, confusamente o que sente
E o leão tenta tocá-lo
Mas o fere novamente
O carneirinho cai
Essa não deu pra ele sentir de pé
Mas ele não ta nem aí
Mesmo caído ele continua lá
Pois o leão é a sua paixão
Agora com o seu corpinho ensangüentado
E suas feridas doendo mais que antes
O carneirinho levanta a cabeça e olha pro gigante leão
O carneirinho já não consegue fala, mas nada, só olha
E nesse olhar, mostra pro leão sua tamanha admiração
E nesse mesmo olhar do carneirinho, ele diz que és tão fraco e tão sozinho
Que ele não era valente, nem ao menos muito inteligente, a única coisa que ele sabia fazer era aquecer as pessoas, e estava inconformado, que ele podia aquecer a todos menos a ele, sua paixão, seu nobre leão.
O carneirinho desmaiou
Porque alem de seu corpinho estar ferido
O coração do carneirinho sangrava muito mais
Porque a única coisa que o cordeirinho queria era aquecer o coração do lindo e majestoso leão.
Depois do desmaio o cordeirinho acordou
E percebeu que seu medo, praticamente passou
Ainda em frente ao leão pode perceber
Que o leão esboçava um sorriso quase sem querer
As feridas do pobre cordeirinho ainda estavam abertas
Porém o tempo, já estava cuidando delas
E pela primeira vez, o leão nobre se fez
Pois não devorou o cordeirinho de uma vez
E o cordeirinho se viu com outra chance
E com isso se sentiu exuberante
Pois agora que o leão alegre estava
O cordeirinho feliz ficava
E percebendo que podiam ser amigos
O cordeirinho passou a chamá-lo de leãozinho
O seu nobre leãozinho
E percebeu que seu medo, praticamente passou
Ainda em frente ao leão pode perceber
Que o leão esboçava um sorriso quase sem querer
As feridas do pobre cordeirinho ainda estavam abertas
Porém o tempo, já estava cuidando delas
E pela primeira vez, o leão nobre se fez
Pois não devorou o cordeirinho de uma vez
E o cordeirinho se viu com outra chance
E com isso se sentiu exuberante
Pois agora que o leão alegre estava
O cordeirinho feliz ficava
E percebendo que podiam ser amigos
O cordeirinho passou a chamá-lo de leãozinho
O seu nobre leãozinho
O cordeiro junto do bravo leão
Era uma união de uma só atração
O cordeirinho feliz já ficava
Pois perto do leãozinho, amigo já estava
E o leão demorou a perceber
Que seu jeito ranzinza pouco a pouco
Foi se a desaparecer
E o cordeirinho notou que o leãozinho ficava
Muito mais lindo, sorrindo em noite enluarada
O cordeiro disse isso ao leãozinho
Disse isso, pois eram amiguinhos
O leão rugiu bem forte
E aí o cordeirinho teve medo da morte
O cordeirinho apavorado correu
Mais em seguida voltou
Pois era o leão o seu verdadeiro amor
E com o medo aterrorizando seu coração
Cordeirinho chegou bem de mansinho
Do imenso leão
Aninhou-se perto dele e dormiu
E até que o leão foi gentil
Em vez de cortar o cordeirinho em mil
Apenas o ignorou e também dormiu
Ninguém nunca vai saber o fim dessa história
Só o tempo poderá dizer
Se o cordeirinho e o leão realmente irão se conhecer
E enquanto essa história não tem fim
O cordeirinho tranqüilo dorme perto do seu lindo leãozinho.
Era uma união de uma só atração
O cordeirinho feliz já ficava
Pois perto do leãozinho, amigo já estava
E o leão demorou a perceber
Que seu jeito ranzinza pouco a pouco
Foi se a desaparecer
E o cordeirinho notou que o leãozinho ficava
Muito mais lindo, sorrindo em noite enluarada
O cordeiro disse isso ao leãozinho
Disse isso, pois eram amiguinhos
O leão rugiu bem forte
E aí o cordeirinho teve medo da morte
O cordeirinho apavorado correu
Mais em seguida voltou
Pois era o leão o seu verdadeiro amor
E com o medo aterrorizando seu coração
Cordeirinho chegou bem de mansinho
Do imenso leão
Aninhou-se perto dele e dormiu
E até que o leão foi gentil
Em vez de cortar o cordeirinho em mil
Apenas o ignorou e também dormiu
Ninguém nunca vai saber o fim dessa história
Só o tempo poderá dizer
Se o cordeirinho e o leão realmente irão se conhecer
E enquanto essa história não tem fim
O cordeirinho tranqüilo dorme perto do seu lindo leãozinho.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Pinga a torneira na noite vazia
E a vendo, não consigo pensar em mais nada
Estou entorpecida pela noite enluarada
Que tem como companhia o vento gélido dos alpes
Exausta com as marés da vida
Chorosa por não conseguir o que quer
Rancorosa por vender quadros
que jamais foram usados como sentimentos concretos
me sinto como pintor sem o pincel
me sinto como um avião de papel
Frágil, que tenta alçar voô,
em uma tempestade sem fim
A noite cai lá fora e adentra
involutariamente pelos lares exaustivos
de trabalho, amor e dor
O relógio compassa as horas, transformando o tempo,
no fundo musical de nossas vidas
A sinfonia vai parando de tocar
Os cachorrors da rua, um por um começam a se calar
E eu fico aqui
Sentindo falta até mesmo...
De mim...
E a vendo, não consigo pensar em mais nada
Estou entorpecida pela noite enluarada
Que tem como companhia o vento gélido dos alpes
Exausta com as marés da vida
Chorosa por não conseguir o que quer
Rancorosa por vender quadros
que jamais foram usados como sentimentos concretos
me sinto como pintor sem o pincel
me sinto como um avião de papel
Frágil, que tenta alçar voô,
em uma tempestade sem fim
A noite cai lá fora e adentra
involutariamente pelos lares exaustivos
de trabalho, amor e dor
O relógio compassa as horas, transformando o tempo,
no fundo musical de nossas vidas
A sinfonia vai parando de tocar
Os cachorrors da rua, um por um começam a se calar
E eu fico aqui
Sentindo falta até mesmo...
De mim...
Sinto a presença da ausência do meu lado
Sinto a falta da casa cheia, dos risos coletivos
Das noites frias, porém aquecidas de amor
Meu coração se fecha,
na esperança de segurar o esquecimento do lado de fora
e perpetuar dentro de mim esses momentos bons
Não sou ninguém agora
Sou apenas algo que envelhece a cada dia que passa
Sou o resto de um sorriso deixado de lembrança dos tempos passados
Sou a melancolia que range as portas da vida
Sou a onisciência de uma vida burra e tola
Sou uma pessoa infeliz
Que já foi feliz, porém agora infeliz
Um grito de melancolia é ecoado pela colina
Esse grito me é familiar
é o meu grito de dor para o que vejo nesse mundo...
Cercada de ouro e rubis
Cercada de felicidade instantânea poré longe de ser verdadeira
Com saudades do tempo de ternura e amor
uma nostalgia de ausência de calor
Me sinto num ninho vazio...
Vazio...
Sinto a falta da casa cheia, dos risos coletivos
Das noites frias, porém aquecidas de amor
Meu coração se fecha,
na esperança de segurar o esquecimento do lado de fora
e perpetuar dentro de mim esses momentos bons
Não sou ninguém agora
Sou apenas algo que envelhece a cada dia que passa
Sou o resto de um sorriso deixado de lembrança dos tempos passados
Sou a melancolia que range as portas da vida
Sou a onisciência de uma vida burra e tola
Sou uma pessoa infeliz
Que já foi feliz, porém agora infeliz
Um grito de melancolia é ecoado pela colina
Esse grito me é familiar
é o meu grito de dor para o que vejo nesse mundo...
Cercada de ouro e rubis
Cercada de felicidade instantânea poré longe de ser verdadeira
Com saudades do tempo de ternura e amor
uma nostalgia de ausência de calor
Me sinto num ninho vazio...
Vazio...
terça-feira, 16 de junho de 2009
Estou colocando a venda um coração...
Um coração usado, machucado, ferido e triste, que já passou por inúmeras experiências emocionais, de agradáveis a impertinentes...
É um coração em bom estado internamente, com várias saletas recém reformadas, e vazias, que é o fundamental..
Como já disse anteriormente, esse coração, não só passou por uma reforma em seu interior, como tambêm em seu exterior, acobertado de ouro, em toda a sua estrutura, dificilmente esboçara alguma sensação, se o seu dono não permitir, pois está totalmente equipado com um controle remoto de ultima geração que controla todas as suas emoções.
Um coração indeterioravel, ótimo para grande empresarios, lojistas, e pessoas que querem ser bem sucedidas profissionalmente. e tem o grande receio de que seus sentimentos atrapalhem nessa grande conquista de seus ideais...
Um ótimo produto, que estou vendendo a preço a combinar...
Motivo da venda?
Simples...
Quero viver...
O único defeito desse coração, é que você perde a essência da vida, se assemelha a um robô, ou a um time bem treinado, que não pode em tempo algum perder...
Os efeitos colaterais são dos mais diversos...
Do mau humor, ao sacarmos, segundo alguns amigos que mantêm ainda esse tipo de coração
Perder a alegria de sorrir espontaneamente por nada, apesar de tudo estar dando errado em sua vda, se permitir reclamar quando quer, ser sincero em suas ações, é uma experiência tão agradável, uma sensação tão boa...
Não sei como um dia eu quis trocar por esse coração...
Por isso o motivo da venda...
Não nasci para se tornar a melhor do mundo, mas sem a sensação de ser a melhor do mundo...
Se daqui pra frente meus sentimentos atrapalharem de alguma maneira uma ação minha
Saberei que estou simplesmente vivendo...
Mas e aí alguém interesado?
Um coração usado, machucado, ferido e triste, que já passou por inúmeras experiências emocionais, de agradáveis a impertinentes...
É um coração em bom estado internamente, com várias saletas recém reformadas, e vazias, que é o fundamental..
Como já disse anteriormente, esse coração, não só passou por uma reforma em seu interior, como tambêm em seu exterior, acobertado de ouro, em toda a sua estrutura, dificilmente esboçara alguma sensação, se o seu dono não permitir, pois está totalmente equipado com um controle remoto de ultima geração que controla todas as suas emoções.
Um coração indeterioravel, ótimo para grande empresarios, lojistas, e pessoas que querem ser bem sucedidas profissionalmente. e tem o grande receio de que seus sentimentos atrapalhem nessa grande conquista de seus ideais...
Um ótimo produto, que estou vendendo a preço a combinar...
Motivo da venda?
Simples...
Quero viver...
O único defeito desse coração, é que você perde a essência da vida, se assemelha a um robô, ou a um time bem treinado, que não pode em tempo algum perder...
Os efeitos colaterais são dos mais diversos...
Do mau humor, ao sacarmos, segundo alguns amigos que mantêm ainda esse tipo de coração
Perder a alegria de sorrir espontaneamente por nada, apesar de tudo estar dando errado em sua vda, se permitir reclamar quando quer, ser sincero em suas ações, é uma experiência tão agradável, uma sensação tão boa...
Não sei como um dia eu quis trocar por esse coração...
Por isso o motivo da venda...
Não nasci para se tornar a melhor do mundo, mas sem a sensação de ser a melhor do mundo...
Se daqui pra frente meus sentimentos atrapalharem de alguma maneira uma ação minha
Saberei que estou simplesmente vivendo...
Mas e aí alguém interesado?
Dois amantes, sentados no telhado da vida, olhando para o nada do horizente, repsirando fundo, sendo tocados apenas por uma das mãos...
A mulher, de cabeça baixa, esboça um sorriso perdido, porém, o mais sincero que ela já havia dado até ali.
Retirou a mão, que o tal homem segurava, ficou de pé, olhou para baixo, "nossa como é alto" ela pensou...
Eles não podiam descer pelas escadas como todo mundo , com o medo de serem descobertos e tudo acabasse em grande horror...
O homem ainda se mantinha sentado, porém agora, movia os seus joelhos, e balbuciava uma canção...
"Manipulando a vida , percebi que certas peças não se mexem, simplsmente não saem do lugar, e nessas , simplesmente, tenho que dar a volta, ou pior, destruí-las..."
A mulher não soube o porque , mas as lagrimas começaram a descer erroneamente...
Uma brisa começou a toca-la no rosto, envolvendo - a e fazendo com que ela se agachasse, voltando a posição inicial...
Ele a abraçou
Num gemido desprendido de dor ela começou a soluçar em demasia , perdendo o controle total de suas lágrimas, desfigurando-a de seu rosto meigo e angelical, dando a ela uma face de agonia e de pranto...
O homem, parecendo indiferente a tudo, continuava a cantar a mesma canção, a única diferença que ele afagava seus cabelos...
Ficaram muito tempo assim
Ele cantarolando...
Ela chorando...,
E ambos sentindo a leve brisa que o aninhavam um ao outro
As lágrimas dela começaram a ficar espaçadas...
A música dele perdendo a potência
Olharam-se
E como gesto de intimidade e cumplicidade abriram os braços sincronizadamente, e começaram a espelhar o movimento um do outro...
Lentamente, devagar, um foi se apoderando do outro...
Como acontecia quando estavam juntos...
Os movimentos ficavam cada vez mas intimos e intensos...
Chegaram ao coração...
Atéh que o olhar dele a ela a machucou
Será que era realmente a hora de ir?
O abismo de volta a vida estava logo mais a frente
As escadarias da monotonia passivamente normal, e escandalosamente vergonhosa, estavam atrás deles...
Mas nenhum dos dois gostaria de sair dali
Nenhum dos dois queriam voltar...
Não importava o caminho...
Enquanto não encontravam uma reposta...
Espelhavam-se admiração um pelo outro...
Admiração...
A mulher, de cabeça baixa, esboça um sorriso perdido, porém, o mais sincero que ela já havia dado até ali.
Retirou a mão, que o tal homem segurava, ficou de pé, olhou para baixo, "nossa como é alto" ela pensou...
Eles não podiam descer pelas escadas como todo mundo , com o medo de serem descobertos e tudo acabasse em grande horror...
O homem ainda se mantinha sentado, porém agora, movia os seus joelhos, e balbuciava uma canção...
"Manipulando a vida , percebi que certas peças não se mexem, simplsmente não saem do lugar, e nessas , simplesmente, tenho que dar a volta, ou pior, destruí-las..."
A mulher não soube o porque , mas as lagrimas começaram a descer erroneamente...
Uma brisa começou a toca-la no rosto, envolvendo - a e fazendo com que ela se agachasse, voltando a posição inicial...
Ele a abraçou
Num gemido desprendido de dor ela começou a soluçar em demasia , perdendo o controle total de suas lágrimas, desfigurando-a de seu rosto meigo e angelical, dando a ela uma face de agonia e de pranto...
O homem, parecendo indiferente a tudo, continuava a cantar a mesma canção, a única diferença que ele afagava seus cabelos...
Ficaram muito tempo assim
Ele cantarolando...
Ela chorando...,
E ambos sentindo a leve brisa que o aninhavam um ao outro
As lágrimas dela começaram a ficar espaçadas...
A música dele perdendo a potência
Olharam-se
E como gesto de intimidade e cumplicidade abriram os braços sincronizadamente, e começaram a espelhar o movimento um do outro...
Lentamente, devagar, um foi se apoderando do outro...
Como acontecia quando estavam juntos...
Os movimentos ficavam cada vez mas intimos e intensos...
Chegaram ao coração...
Atéh que o olhar dele a ela a machucou
Será que era realmente a hora de ir?
O abismo de volta a vida estava logo mais a frente
As escadarias da monotonia passivamente normal, e escandalosamente vergonhosa, estavam atrás deles...
Mas nenhum dos dois gostaria de sair dali
Nenhum dos dois queriam voltar...
Não importava o caminho...
Enquanto não encontravam uma reposta...
Espelhavam-se admiração um pelo outro...
Admiração...
terça-feira, 9 de junho de 2009
E o cordeiro se apaixona pelo leão
O cordeirinho ama o leão
Sua coragem o fascinou
O não ter medo de escuro
De se sentir seguro
Em saber que ele é o rei das selvas
Em não temer e nem ter medo
É, pois é o cordeirinho se apaixonou
Ele sabe que é pra ficar longe
Pois que vai sofrer é Le
Pois pro leão ele é só uma caça
Um sangue quente, que irá descer pela garganta faminta.
Mas o cordeirinho apaixonado ignora os fatos
E se aproxima do leão
O coração bate apertado
A respiração sobe
Sente emoção
O cordeirinho está prestes a morrer
Mas ele não ta nem aí
Ele saiu de trás das folhagens que o escondem
E se mostra para o leão
Mas o instinto do leão é cruel
É de sua natureza
Sua tamanha grosseria
E o cordeiro sem nada entender
Só sabia ser doce, nada mais
E mesmo com raiva todos olhavam pro cordeirinho e diziam: o que fofinho
E aquele cordeirinho indefeso
Não se sabia portar em frente ao leão
Mas apesar de tudo
Do medo que assolava seus pensamentos
Petrificava suas patinhas no chão
Ele sente amor pelo lindo leão
E o leão se achega
E fere o pobre carneirinho
E o carneirinho continua lá
Mesmo doendo ele continua lá
A sua lã, já não é mais alva
Foi ferido no rosto
Nem ao menos tentou se defender
E aquilo doía
Mas ele não tava nem aí
Ele continuou ali
Pois o leão era a sua paixão
Ele sussurra um berrinho
Abafado, falando, confusamente o que sente
E o leão tenta tocá-lo
Mas o fere novamente
O carneirinho cai
Essa não deu pra ele sentir de pé
Mas ele não ta nem aí
Mesmo caído ele continua lá
Pois o leão é a sai paixão
Agora com o seu corpinho ensangüentado
E suas feridas doendo mais que antes
O carneirinho levanta a cabeça e olha pro gigante leão
O carneirinho já não consegue fala, mas nada, só olha
E nesse olhar, mostra pro leão sua tamanha admiração
E nesse mesmo olhar do carneirinho, ele diz que és tão fraco e tão sozinho
Que ele não era valente, nem ao menos muito inteligente, a única coisa que ele sabia fazer era aquecer as pessoas, e estava inconformado, que ele podia aquecer a todos menos a ele, sua paixão, seu nobre leão.
O carneirinho desmaiou
Porque alem de seu corpinho estar ferido
O coração do carneirinho sangrava muito mais
Porque a única coisa que o cordeirinho queria era aquecer o coração do lindo e majestoso leão.
Sua coragem o fascinou
O não ter medo de escuro
De se sentir seguro
Em saber que ele é o rei das selvas
Em não temer e nem ter medo
É, pois é o cordeirinho se apaixonou
Ele sabe que é pra ficar longe
Pois que vai sofrer é Le
Pois pro leão ele é só uma caça
Um sangue quente, que irá descer pela garganta faminta.
Mas o cordeirinho apaixonado ignora os fatos
E se aproxima do leão
O coração bate apertado
A respiração sobe
Sente emoção
O cordeirinho está prestes a morrer
Mas ele não ta nem aí
Ele saiu de trás das folhagens que o escondem
E se mostra para o leão
Mas o instinto do leão é cruel
É de sua natureza
Sua tamanha grosseria
E o cordeiro sem nada entender
Só sabia ser doce, nada mais
E mesmo com raiva todos olhavam pro cordeirinho e diziam: o que fofinho
E aquele cordeirinho indefeso
Não se sabia portar em frente ao leão
Mas apesar de tudo
Do medo que assolava seus pensamentos
Petrificava suas patinhas no chão
Ele sente amor pelo lindo leão
E o leão se achega
E fere o pobre carneirinho
E o carneirinho continua lá
Mesmo doendo ele continua lá
A sua lã, já não é mais alva
Foi ferido no rosto
Nem ao menos tentou se defender
E aquilo doía
Mas ele não tava nem aí
Ele continuou ali
Pois o leão era a sua paixão
Ele sussurra um berrinho
Abafado, falando, confusamente o que sente
E o leão tenta tocá-lo
Mas o fere novamente
O carneirinho cai
Essa não deu pra ele sentir de pé
Mas ele não ta nem aí
Mesmo caído ele continua lá
Pois o leão é a sai paixão
Agora com o seu corpinho ensangüentado
E suas feridas doendo mais que antes
O carneirinho levanta a cabeça e olha pro gigante leão
O carneirinho já não consegue fala, mas nada, só olha
E nesse olhar, mostra pro leão sua tamanha admiração
E nesse mesmo olhar do carneirinho, ele diz que és tão fraco e tão sozinho
Que ele não era valente, nem ao menos muito inteligente, a única coisa que ele sabia fazer era aquecer as pessoas, e estava inconformado, que ele podia aquecer a todos menos a ele, sua paixão, seu nobre leão.
O carneirinho desmaiou
Porque alem de seu corpinho estar ferido
O coração do carneirinho sangrava muito mais
Porque a única coisa que o cordeirinho queria era aquecer o coração do lindo e majestoso leão.
domingo, 7 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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