Não sou eu que escrevo essas letras e sim a minha dor, a minha angústia por algo novo, e por isso que escrevo, minha rebeldia, envolvida por traços de magnetismo e prazer, me usa para por pra fora aquilo que está escondido há algum tempo...
Uma invariável fraqueza do medo de errar no amanhã
Agonia, tristeza, são essas as palavras que se formam com as letras do meu medo vindouro
Uma mistura de cinismo e hipocrisia invadem meu ser para dizer que simplesmente está tudo bem, mas não está...
A grande tristeza vem e me envolve, e nos seus braços, eu sou mais frágil e sucumbu ali, a prantear pelas desalegrias e desamores de uma vida...
Uma vida sem folias...
Uma vida...
Um brilho resurge no meio do nada, e me aquece, minha cabeça entra em mil pensamentos, e fico entopercida...
Paro um momento e olho o escuro, de onde vejo, lá longe um fio de luz...
Me envolve, me aquece me acaricia e me enobrece, me chama de filha, de amor, e diz que morreu por mim... para ter a mim...
FILHA...
É isso que ele me chama...
O choro se foi...
Posso bailar, dançar e cantar, com vestes de gala, danço acalantada pela sua luz...
e bailamos, com o vento em nossos rostos, e me livro do medo, e fico com as alegrias de alguém que me ama...
Ópera no ar, me faz lembrar de amar
Paixões feições, sou feliz por ter você aqui comigo amado Jesus
Me esinou a amar
Amizade, emoção feliz...
E como um passo de ballet em que sei todos os passos, sigo os seus caminhos como se fosse a trilha infinita de poesia e amor.
Paz...
Música de fundo : J. S. Bach...
Andarilho...

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