sexta-feira, 29 de maio de 2009

Vago pelas montanhas e mares a procura daquilo q talvez me traga paz, contemplo o céu, admiro os mares, e me sinto só...
O vento bate em minhas costas, sobe um arrepio que me alucina brevemente e me faz pegar meus braços e envolve-los em volta de mim mesma
Uma lágrima se desprende do olhar...
Como posso ser algo tão triste?
O que realemnte procuro?
Incertezas rondam o meu coração e continuo andando em busca de algo que me traga o mínimo de conforto para a minha alma
Suspiro e retomo pela alameda enluarada que me faz pensar na solidão como um subterfugio de fracos e tolos.
Mas se a solidão fosse uma aquisição adquirida pelo destino, e não uma fuga para alguém de um magoado fim?
Subo atéh o ponto mas alto e láh contemplo a cidade que de primeira vista, dorme em paz
Poucas almas ainda circulam pelas ruas e avenidas de um vilarejo que chamo de lar.
São almas negras, sem nenhuma luz, que andam apressadas, para chegarem em seus destinos, e umas poucas paradas, em ruelas e becos, maquinando o mal, para um alma indefesa que não reluta sobre a sua própria sorte.
Sou surpreendida por uma chuva fina agora.
Que a cobre como se fosse um manto de brilho que escoa pelo esgoto da cidade.
Essa garoa não é capaz de lavar a vida de ninguem
Superficialmente, ao q é desprotegido, ela limpa, ou molha
Mas em pouco tempo tudo voltará a ser o que era antes.
Encosto em um tronco derribado, flexiono os meus joelhos contra o meu corpo, abaixo minha cabeça, e o choro junto com a chuva fik mas forte.
Os meus pensamentos começam a se esvair por lembranças de fatos ocorridos que me fizeram chegar ateh onde estava naquele momento...
O que afinal eu estava a procura?
Um sentindo original para a vida?
Uma contemplação diferente do universo?
Não posso esperar nada a mas infelismente
Jáh e tarde e preciso voltar para a minha vida...
Viver paixões que terei que chamar de amores...
Construir uma vida, que pra mim naum tem sentindo algum
Deixar uma decendência
Uma geração
E no final de tudo isto
Simplesmente o FIM

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